Intratextualidade e intertextualidade em M  Bandeira

Intratextualidade e intertextualidade em M Bandeira



oi gente tô bem mas vou falar com vocês sobre o poema mote glosas de manuel bandeira é que eu não falar desse poema porque eu consigo é trabalhar com dois procedimentos dentro do mesmo poema que a intertextualidade e a intertextualidade bom só para lembrar a intertextualidade é é a retomada de um texto da tradição né pegar pelo motor né dando aquele mesmo texto um novo contexto recontextualizando aqui né repare que quando algum escritor é convoca a tradição traz a tradição para dentro do seu texto ele não faz isso com cópia como plágio mas sim como uma reconquista organização um novo contexto e ao mesmo tempo na obra do módulo do poema mote idosas é possível perceber também uma intra textualidade ou seja uma retomada do de o texto do mesmo tipo autor manuel bandeira recupera um outro texto mas não da tradição ter sido feito por ele mesmo com isso entra a personalidade é uma é uma retomada interno retomada que acontece na obra do mesmo autor esses dois procedimentos eles aparecem as inúmeras vezes na poética de manuel bandeira por isso que até hoje eu vou ler mote glosas porque eu estou é analisando com os meus alunos o livro para querer bem do manuel bandeira se você ainda não viu quem tem várias leituras várias leituras de poemas é que eu fiz um videozinho curto fez um comentário é que estão aí no nosso canal é só acessar e no blog também têm uma aula escrita escrita sobre manuel bandeira que é bom é mote glosas começa com um mote é com uma epígrafe não que é um mote mote é um desafio um textinho inicial que nós colocamos em coppy na abertura de qualquer livro de qualquer capítulo aqui manuel bandeira colocam mote é um equipe gráfica uma epígrafe pra começar o seu poema montilla como pode o peixe vindo e ver fora da água fria como poderia viver sem a tua companhia clara da diamantina bom e uma estrela tão alta vi uma estrela tão filha a estrela porque me deixa sem a tua companhia sonho contigo de noite sonho contigo de dia foi no que deu esta vida sem a tua companhia água fria fica quente água quente fica fria mas eu fico sempre frio sem a tua companhia nunca mais volto bote pescar peixe na bahia não quero saber de casca sem a tua companhia é bom quando a gente lê um poema na mesma hora se você não é conhecedor da obra de manuel bandeira mas você viveu mas pra isso você deve lembrar da música como pode um peixe vivo e viver falará da água fria então isso faz parte do nosso folclore da nossa tradição repare que manuel bandeira puxa esta é convoca-se tradição essa musiquinha do nosso folclore e joga isso num na epígrafe como morte repare que esse mote mote o motivo é a partir do qual tudo vai se estruturar né é um texto bem estruturado a partir dessa equipe e por isso que chama morte e glosas né bom e aí depois uma glosa é um poema de quatro estrofes então nós vamos ter aqui quatro estrofes eu não sei se dá pra perceber 1234 um poema uma glosa é um poema de quatro estrofes em cada estrofe nós temos quatro versos né e essas glosa e as nesta goza o que nós temos nós temos uma o o o primeiro dos dois primeiros versos que nós temos vi uma estrela tão alta vi uma estrela tão fria repare que essa peça na folha nessa se começa a repetição do verso nada mais é do que um poema de manuel bandeira que chama estrela né por isso aí cria textualidade ele retoma o seu próprio poema eu vou ler um pedacinho do esquema que é que ótima a estrela de uma estrela tão alta vi uma estrela tão fria vi uma estrela lucindo na minha vida vazia era uma estrela tão alta era uma estrela tão fria era uma estrela luzim era uma estrela sozinha do cinto no fim do dia porquê da sua distância para minha companhia não baixava aquela estrela porque tão alta luzia e ouvia na sombra funda responder que a se fazia para dar uma esperança a mais triste ao filho no meu dia não repare que essa via uma estrela tão alta de uma estrela tão fria ver uma estrela luzindo é o trecho né do poema estrela que é recuperado retomado no poema morte glass então foi uma morte e glosas nós temos intertextualidade e entra a personalidade e intertextualidade porque manuel bandeira recupera o folclore ea partir dele coloca o note o tivo início para começar o seu dell seu poema só goza o seu o seu poema de quatro versos né pra falar né que seria de mim sem a tua companhia né então de uma estrela tão alto de uma estrela tão fria estrela porque me deixa sem a tua conta aí né aí fica o sonho continua de noite sonho contigo de dia foi o que deu esta vida assim atua a companhia não repare que tem ele vai retomando sem a tua companhia que é ou o o motivo é uma morte que está lá em cima da música do folclore bom eu espero que tenha a que tem a data para esclarecer o que é uma entrada qualidade no poema de manuel bandeira e o que é uma intencionalidade é um outro poema marca que aparece uma intro atestar idade é o poema é o porquinho da índia é nem um pouquinho da índia você nem pode perceber que esse poema neste foi um porquinho-da-índia ele aparece lapão ba teresa mole' pra vocês um poema que é uma gracinha é assim só um minuto aqui o poema chamado legal tão engraçadinhos e aqui a gente percebe uma entra textualidade teresa você é a coisa mais bonita que ouvi até hoje na minha vida que inclusive um pouquinho da índia que me deram quando eu tinha seis anos quando olhei para os meus alunos expõem mais ao banco que mais logo em seguida eu leio pra eles um porquinho-da-índia eles entenderem diante que vez porquinho da índia quando eu tinha 6 anos ganhei um porquinho da índia que dor de coração me dá aula porque o bichinho só que ele está debaixo do fundão levar pra ele pra sala para os lugares mais bonitos mais limpinhos ele não gostava queria estar debaixo do fogão não fazia caso nenhum das minhas ternurinha o meu porquinho da índia foi minha primeira namorada quer dizer que o primeiro momento em que ele tendo seis anos se percebeu na necessidade de cuidar de alguém então ele civil responsável por cuidar de a cuidar de alguém ele sendo criança eu lírico criança que sempre cuidado porque é uma criança quando ele tem um animalzinho ele quer dar o melhor o seu melhor então por isso que um porquinho da índia foi a primeira namorada foi o 1º c né por quem a por quem sente algo tão especial né e depois nós vamos ter um quadro legal do engraçadinho teresa você é a coisa mais bonita que eu vi até hoje na minha vida inclusive o porquinho da índia que me deram quando eu tinha 6 anos repare que é um poema de um verso só apesar de nós termos três na entrelinha porque eu tenho um verso só porque eu tenho esses com o xeque esses conceitos nós usamos entre o poema quando ele não cabe mais na linha né mas ele não é um outro outro verso é só uma continuidade então é um poema de um verso sob né não teria sido tão importante pra mim eu já senti essa esse sentimento essa coisa de alguém de ter de me ver nessa necessidade de cuidar de alguém mas falar quando eu tinha seis anos agora só interessa você teresa tá aí uma intencionalidade gente eu espero que tenha ficado claro para vocês o procedimento da entrada textualidade tão comum na obra de manuel bandeira continue acompanhando as nossas leituras é aqui no meio do texto no canal do veredas e também lá no blog veredas o texto pronto copo grande beijo e até mais

10 thoughts on “Intratextualidade e intertextualidade em M Bandeira

  1. Que amor, se você fosse minha professora plantaria um pé de maçã em casa, para te presentar todos os dias haha💜🍎

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